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sexta-feira, 27 de maio de 2011

*Clipping: Vila Mulher e algumas rapidinhas*

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Foi ao ar ontem, aproveitando a deixa do início da HotFair no Rio de Janeiro, a entrevista que dei por email para o Vila Mulher, do site Terra.

Vale o click!
 Eu falo das origens do neo-burlesco, a diferenciação dos estilos e do que é necessário para ser uma dançarina.
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Ah, ontem fui ser fotografada pelo divertido Alex Korolkovas para um programa sobre cabarés e fetiche da Multishow. Estou ansiosa pelas fotos.

Foi divertidíssimo. Need proof? 


 Ok, pra ser justa o argumento da frase é meu. E eu já estava bem cansada nessa foto.
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Querem ver burlesco e se divertir ao som de Rockabilly? Demoiselle Mimi Mi faz seu "Razzle Dazzle" hoje à noite, no Container Club.


Vão lá!
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Gente, é friday friday! Ok, hora de entrar no modo jornalista e parar de entrar em pânico porque estou sem filtros de café.

xoxo

sweetie Bird

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

*Clipping: Como enlouquecer um homem (ou uma mulher) na cama - Delas (IG)*

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Oh la la! Uma matéria super bacana da Chris Campos foi pro ar durante o último fim de semana na seção Delas, do IG. Entre as 30 dicas espertas que ela selecionou para as leitoras está a minha humilde contribuição.
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Clique para ler o que é importante saber antes de se aventurar num striptease. E muito mais.

Foto de Tricia Vieira
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Olha a mocinha sensualizando no link. Surprised?

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

*Maxim Brasil: Bem vindo ao mundo das fêmeas*

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A Maxim Brasil de janeiro, nas bancas há uma semana, está apimentadíssima. Além de uma matéria sobre o Projeto Luxúria, traz um editorial de 18 páginas com mulheres das mais diversas. Em comum? O fetiche e a feminilidade.
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São 9 fêmeas ao todo, incluindo a mim, com entrevistas curtas sobre fetiche e homens. Vale a pena comprar a revista, não só pelas fotos, mas pelo humor meio nerd da maioria das matérias.
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Matéria de André Jalonetsky, produção de Heitor Werneck, e fotos de Thiago Marzano.
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sábado, 5 de dezembro de 2009

*Fufas de Branco*

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Enquanto me arrumo para a última aula de teatro do semestre, torço para que os posts do RROnline que redigi esta madrugada e os ajustes no projeto integrado do semestre que farei à tarde sejam também os últimos antes das férias.


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Mas em meio a tanto estresse acadêmico (sim, obrigada, o trabalho de fotojornalismo foi super bem recebido), não há nada como dançar. Especialmente numa festa divertida.


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Melhor ainda se for uma white party, para fofas e fofos.



Então já sabe. Hoje à noite comemoro a temporada de festas me apresentando no FUFAS DE BRANCO. Sounds like fun.


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Para quem perdeu, o lançamento da OE na Hot Hot, na última quarta-feira (02), foi supimpa.



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Sem querer puxar brasa pra minha sardinha, a revista é o máximo. É sempre bom quando um veículo se dispõe a cumprir a proposta editorial à risca, e este vem para servir ao público alternativo. Até a periodicidade (quatro vezes ao ano) foge ao lugar comum. Recomendo.



Sim, o peixe é uma bolsa.



Ah, só chega às bancas dia 10, tá!


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Mais informações e fotos, no site da OE


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Avenue Q sai de cartaz depois deste fim de semana. Pena. Mas aproveite para tentar algo novo, politicamente correto e ridiculamente feliz.



Xoxo



sweetie

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

*Amanhã*

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Amanhã é dia. Eu gosto das quartas-feiras, e você? Me parece ser a chance para a outra metade da semana ser boa, se a primeira foi uma bosta.
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Amanhã é dia de entrega de trabalho de fotojornalismo e prova de teorias e processos da comunicação (medo).
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Amanhã também é dia de novidade e performance. Dia do lançamento da Revista OE na Hell on High Heels, com burlesco e uma matéria sobre o Suicide Girls no miolo.

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Adoro.
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Vai perder?

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

*VIP [SP]: Burlesco delivery*

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Abrindo a 1ª matéria da seção [SP] da revista VIP de dezembro, há um texto falando um pouco do trabalho que eu e a Fascinatrix fazemos.

Clique aqui para ampliar. Ah, faltou o crédito da foto: Adriana Sá
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Mas também dá para falar comigo por e-mail, viu?
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O valor descrito na matéria é para uma apresentação, a escolher entre as mais de 13 que tenho prontas. Performances teatrais e cantadas, cover da Marilyn Monroe, números exclusivos e viagens também podem ser negociadas.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

*... em breve*


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Um passarinho me contou hoje que daqui a pouco mais de uma semana haverá uma novidade bem interessante por aí.
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So keep your eyes peeled. E caso o tempo não ajude e bata o mau humor (ou no meu caso, a TPM), lembre-se:

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domingo, 6 de setembro de 2009

*Veja São Paulo: Cabaré Contemporâneo*

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Oba! A Veja São Paulo desta semana tem uma matéria sobre as baladas e personagens do novo cabaré, incluindo a mim e à Fascinatrix. Clique sobre a imagem para ler a matéria na íntegra no site da revista ou vá até a banca mais próxima para conferir em papel e alta resolução.


Vou lá ensaiar mais um pouquinho para hoje a noite.


Se estiver no Rio de Janeiro, não deixe de ir!


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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

*Na bandeja*

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Olha o desfile de corsets que foi ao ar nesta última segunda-feira, no programa da Hebe:

E respondendo às perguntas mais comuns, que quem usa espartilho cansa de ouvir:

  • Dói? Incomoda?
  • Não. Só se não fechar direito e apertar demais, mas é uma sensação de segurança e conforto, além de alinhar a postura.
  • O espartilho muda o corpo?
  • Muda. Mas só se fizer tight-lacing e usar por tempo suficiente. Se não a cintura volta ao normal pouco tempo depois de tirar.
  • Dá para comer usando espartilho?
  • De certa feita comi um sanduíche de mortadela do Mercado Municipal inteiro usando o meu. Ô se dá.
  • Dá para respirar usando espartilho?
  • Não. Pessoas que usam espartilho desenvolvem guelras no pescoço.
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De bônus, um vídeo caseiríssimo que gravei pro Suicide Girls em fevereiro do ano passado (e que ganhou o prêmio de Sexiest Instructional Video), ensinando a colocar o espartilho. Enjoy.

More videos from user
http://suicidegirls.com
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Vocês não adoram as quartas-feiras?
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xoxo

sweetie

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

*I collori di Colombina e Arlecchino*

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Sábado foi dia. Dia de costuras, figurino pronto, música mixada, baby liss e muito spray, lá pelas 4 da matina apresentei as cores da minha colombina/arlequim no Projeto Luxúria. Festa cheia, gente super montada, alguns pelados, champagne e cosmopolitans. Adoro.
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Fotos? Sorry. Fotos não são permitidas pela festa, a não ser pelo fotógrafo oficial. Então é esperar para serem publicadas no site. Lembrando que quem foi à festa ganhou uma senha para acessar a área restrita do site. Ou pode assinar o site por uma módica quantia...
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Mas no fim do mês tem mais harlequinade, na Jive e no CB. Pra não ter desculpa e dizer que não viu.

Fotos tiradas no camarim, finzinho de noite.
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Mídia:
  • O canal SexyHot estava lá gravando matéria e me entrevistaram. Quando for ao ar, eu aviso.
  • Lembrando que é hoje que passa o (mini) desfile de espartilhos da Madame Sher no Programa da Hebe, as 23 horas no SBT. Não vá perder.
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Insperadamante, "graças" à influenza A, ainda estou de férias. Então vou aproveitar o dia para descansar (estirei o músculo da coxa) e curtir minha TPM vendo musicais antigos da MGM.
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xoxo

sweetie

sábado, 1 de agosto de 2009

*Diferenças e Semelhanças*

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Uma coisa que nem sempre fica clara para quem nunca viu uma performance Burlesca é, afinal de contas, qual a diferença entre este e o Striptease "comum". Ué, não tira a roupa igual? E não, não vejo nada de mais ou de errado no strip comum. Embora eu ainda concorde com aquela máxima que diz que
"o Pornô matou o sexo."
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Lili St. Cyr, performer clássica, estrelou alguns filmes do segundo escalão de Hollywood na década de 50 e inspirou músicas e musicais (tal como Rocky Horror Picture Show)
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Achei uma entrevista interessante no TheStar.com em que o Dr. Lucky, PhD em Teatro e Artes Performáticas e professor da Universidade de Nova York e New York School of Burlesque, explica as diferenças. Abaixo, traduzido do original (parênteses com itálicos são notas da tradutora).
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"1.Público: O público em um show de burlesco é misto, geralmente (com) pelo menos 50% de mulheres.

2. Tease (Provocação): A provocação é exatamente o que parece: um/a performer (sim, há homens no burlesco, e se chama boylesque) brincando com o público como um gato com um rato para deixá-los absortos na estória ou coreografia, ou na série de eventos se desenrolando no palco. A provocação ajuda a exagerar e prolongar os eventos enquanto promete e assegura o apelo da distância.

3. Economia: Há alguns/mas novos/as performers burlescos/as que sobrevivem financeiramente da sua arte, mas são poucos/as. A maioria dos/as performers burlescos/as o fazem por amor, não porque vão ganhar a vida fazendo aquilo. Strippers comerciais ganham a vida com o trabalho que fazem.

4. Autoria: Performers burlescos/as geralmente criam seus próprios números, personas, figurinos, coreografias e fazem seu próprio figurino, aplicam sua maquiagem e perucas. São agentes, empresários, diretores criativos e "documentadores". O/a performer burlesco/a está em controle de sua imagem.

5. Variedade Estética: Uma das características mais notáveis do novo movimento burlesco é que este inclui uma grande variedade de tipos e tamanhos de corpo, idades e estilos performáticos. A variedade estética reina. Então, ao invés da repetição de um mesmo tipo de ideal de corpo, o burlesco geralmente celebra a diversidade.

6.Entretenimento: O papel primário de um/a performer do novo burlesco é entreter. Performers podem escolher ficar depois de uma apresentação e interagir com o público, mas não é obrigatório.

7. Teatral: O novo burlesco tende a uma representação exagerada de gênero. Muitos/as performers de neo-burlesco tem narrativas em seus atos: imagine uma mini-peça com roupas escandalosas e teatralidade exagerada onde se revela uma "reviravolta" na estória. Então você pode começar a imaginar o mundo do neo-burlesco".

Sally Rand parou a feira mundial de Chicago em 1933 com seu número dos leques, atualmente um clássico. Até hoje se debate se estava ou não nua por trás das penas de avestruz.

Acho interessante notar que o Striptease, fora do Brasil, é comumente chamado de exotic dancing (ou dança exótica). Embora o vídeo a seguir, para pessoas mais "sensíveis" possa beirar o bizarro. Ou o vulgar.

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Já o Pole Dancing, é um puta exercício aeróbico, e bem feito, um espetáculo acrobático. Pena que não seja comum por aqui.
(imagem daqui)
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Para uma dose saudável de bizarro de outra variedade, hoje a noite eu danço no Projeto Luxúria.
S&M, Commedia De La Arte e o Arlequim...
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Ah, e quem for ganha uma senha para ter acesso ao site da festa, com matérias (algumas minhas), fotos e ensaios exclusivos. Vai perder?
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terça-feira, 14 de julho de 2009

*Kitten on the keys - Um pouquinho de burle-Q "bizarro"*

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Há várias vertentes de Burlesco e Neo-Burlesco na cena atual. Clássicas e glamourosas, como Dita Von Teese e a brasileira Fascinatrix, homens como Evil Hate Monkey (que faz par com Trixie Little) e figurinhas do Boylesque, as pouco convecionais e divertidas como as Pontani Sisters, Michelle L'amour, Jo Boobs e Dirty Martini e até as mais bizarras, como é o caso de Kitten on the Keys.

Burlesco, no sentido mais clássico, é sátira. Mais ou menos risqué, não procura ter semelhanças com o Striptease praticado nas casas convencionais. Kitten, com seus números que incluem todo tipo de intrumento, paródias de músicas e atos bizarros, remete o público ao sideshows de outrora. Chocante? Não para quem tem um bom senso de humor.

Na revista Norte-americana Bizarre, deste mês:
Clique na imagem para ampliar
(Vi primeiro no The Candy Pitch)
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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Pin-ups Pós Modernas

*Uma coisa pode se dizer da Dita (Von Teese). É em grande parte a ela que a cena neo-burlesca vem desfrutando dos holofotes. Parte importante do ressurgimento do gênero, finalmente a mídia nacional parece ter pescado que algo interessante (sem falar de divertido e sexy) anda acontecendo nos palcos.

Por muito tempo o burle-Q foi referência para Hollywood, inspirando filmes como Cabaret, The night they raided Minsky's, Moulin Rouge e Gypsy. Pouco a pouco, escandalosamente, mulheres voltam a ser mulheres, neo-pinups, divas.

A Marie Claire deste mês (Julho) trás uma matéria interessante sobre o assunto, contando um pouco da história e do porquê do revival atual. Ah, fala também da nascente cena brasileira... da minha experiência e a da Fascinatrix.

Clique na imagem para ler a matéria na íntegra:


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