Eu falo das origens do neo-burlesco, a diferenciação dos estilos e do que é necessário para ser uma dançarina.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
*Clipping: Vila Mulher e algumas rapidinhas*
Eu falo das origens do neo-burlesco, a diferenciação dos estilos e do que é necessário para ser uma dançarina.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
*Clipping: Como enlouquecer um homem (ou uma mulher) na cama - Delas (IG)*
Olha a mocinha sensualizando no link. Surprised?
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
*Maxim Brasil: Bem vindo ao mundo das fêmeas*
sábado, 5 de dezembro de 2009
*Fufas de Branco*
Enquanto me arrumo para a última aula de teatro do semestre, torço para que os posts do RROnline que redigi esta madrugada e os ajustes no projeto integrado do semestre que farei à tarde sejam também os últimos antes das férias.
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Mas em meio a tanto estresse acadêmico (sim, obrigada, o trabalho de fotojornalismo foi super bem recebido), não há nada como dançar. Especialmente numa festa divertida.
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Melhor ainda se for uma white party, para fofas e fofos.
Então já sabe. Hoje à noite comemoro a temporada de festas me apresentando no FUFAS DE BRANCO. Sounds like fun.
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Para quem perdeu, o lançamento da OE na Hot Hot, na última quarta-feira (02), foi supimpa.

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Sem querer puxar brasa pra minha sardinha, a revista é o máximo. É sempre bom quando um veículo se dispõe a cumprir a proposta editorial à risca, e este vem para servir ao público alternativo. Até a periodicidade (quatro vezes ao ano) foge ao lugar comum. Recomendo.
Sim, o peixe é uma bolsa.
Ah, só chega às bancas dia 10, tá!
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Mais informações e fotos, no site da OE
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Avenue Q sai de cartaz depois deste fim de semana. Pena. Mas aproveite para tentar algo novo, politicamente correto e ridiculamente feliz.
Xoxo
sweetie
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
*Amanhã*

segunda-feira, 30 de novembro de 2009
*VIP [SP]: Burlesco delivery*
terça-feira, 24 de novembro de 2009
*... em breve*
domingo, 6 de setembro de 2009
*Veja São Paulo: Cabaré Contemporâneo*

Vou lá ensaiar mais um pouquinho para hoje a noite.

Se estiver no Rio de Janeiro, não deixe de ir!

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
*Na bandeja*
Olha o desfile de corsets que foi ao ar nesta última segunda-feira, no programa da Hebe:
E respondendo às perguntas mais comuns, que quem usa espartilho cansa de ouvir:
- Dói? Incomoda?
- Não. Só se não fechar direito e apertar demais, mas é uma sensação de segurança e conforto, além de alinhar a postura.
- O espartilho muda o corpo?
- Muda. Mas só se fizer tight-lacing e usar por tempo suficiente. Se não a cintura volta ao normal pouco tempo depois de tirar.
- Dá para comer usando espartilho?
- De certa feita comi um sanduíche de mortadela do Mercado Municipal inteiro usando o meu. Ô se dá.
- Dá para respirar usando espartilho?
- Não. Pessoas que usam espartilho desenvolvem guelras no pescoço.
De bônus, um vídeo caseiríssimo que gravei pro Suicide Girls em fevereiro do ano passado (e que ganhou o prêmio de Sexiest Instructional Video), ensinando a colocar o espartilho. Enjoy.
More videos from user
http://suicidegirls.com
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Vocês não adoram as quartas-feiras?
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xoxo
sweetie
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
*I collori di Colombina e Arlecchino*
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Fotos? Sorry. Fotos não são permitidas pela festa, a não ser pelo fotógrafo oficial. Então é esperar para serem publicadas no site. Lembrando que quem foi à festa ganhou uma senha para acessar a área restrita do site. Ou pode assinar o site por uma módica quantia...
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Mas no fim do mês tem mais harlequinade, na Jive e no CB. Pra não ter desculpa e dizer que não viu.


Fotos tiradas no camarim, finzinho de noite.*
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Mídia:
- O canal SexyHot estava lá gravando matéria e me entrevistaram. Quando for ao ar, eu aviso.
- Lembrando que é hoje que passa o (mini) desfile de espartilhos da Madame Sher no Programa da Hebe, as 23 horas no SBT. Não vá perder.
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Insperadamante, "graças" à influenza A, ainda estou de férias. Então vou aproveitar o dia para descansar (estirei o músculo da coxa) e curtir minha TPM vendo musicais antigos da MGM.
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xoxo
sweetie
sábado, 1 de agosto de 2009
*Diferenças e Semelhanças*
"o Pornô matou o sexo.".
Lili St. Cyr, performer clássica, estrelou alguns filmes do segundo escalão de Hollywood na década de 50 e inspirou músicas e musicais (tal como Rocky Horror Picture Show).
Achei uma entrevista interessante no TheStar.com em que o Dr. Lucky, PhD em Teatro e Artes Performáticas e professor da Universidade de Nova York e New York School of Burlesque, explica as diferenças. Abaixo, traduzido do original (parênteses com itálicos são notas da tradutora).
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"1.Público: O público em um show de burlesco é misto, geralmente (com) pelo menos 50% de mulheres.
2. Tease (Provocação): A provocação é exatamente o que parece: um/a performer (sim, há homens no burlesco, e se chama boylesque) brincando com o público como um gato com um rato para deixá-los absortos na estória ou coreografia, ou na série de eventos se desenrolando no palco. A provocação ajuda a exagerar e prolongar os eventos enquanto promete e assegura o apelo da distância.
3. Economia: Há alguns/mas novos/as performers burlescos/as que sobrevivem financeiramente da sua arte, mas são poucos/as. A maioria dos/as performers burlescos/as o fazem por amor, não porque vão ganhar a vida fazendo aquilo. Strippers comerciais ganham a vida com o trabalho que fazem.
4. Autoria: Performers burlescos/as geralmente criam seus próprios números, personas, figurinos, coreografias e fazem seu próprio figurino, aplicam sua maquiagem e perucas. São agentes, empresários, diretores criativos e "documentadores". O/a performer burlesco/a está em controle de sua imagem.
5. Variedade Estética: Uma das características mais notáveis do novo movimento burlesco é que este inclui uma grande variedade de tipos e tamanhos de corpo, idades e estilos performáticos. A variedade estética reina. Então, ao invés da repetição de um mesmo tipo de ideal de corpo, o burlesco geralmente celebra a diversidade.
6.Entretenimento: O papel primário de um/a performer do novo burlesco é entreter. Performers podem escolher ficar depois de uma apresentação e interagir com o público, mas não é obrigatório.
7. Teatral: O novo burlesco tende a uma representação exagerada de gênero. Muitos/as performers de neo-burlesco tem narrativas em seus atos: imagine uma mini-peça com roupas escandalosas e teatralidade exagerada onde se revela uma "reviravolta" na estória. Então você pode começar a imaginar o mundo do neo-burlesco".
Sally Rand parou a feira mundial de Chicago em 1933 com seu número dos leques, atualmente um clássico. Até hoje se debate se estava ou não nua por trás das penas de avestruz.
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Já o Pole Dancing, é um puta exercício aeróbico, e bem feito, um espetáculo acrobático. Pena que não seja comum por aqui.
(imagem daqui)*
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Para uma dose saudável de bizarro de outra variedade, hoje a noite eu danço no Projeto Luxúria.
S&M, Commedia De La Arte e o Arlequim....
Ah, e quem for ganha uma senha para ter acesso ao site da festa, com matérias (algumas minhas), fotos e ensaios exclusivos. Vai perder?
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terça-feira, 14 de julho de 2009
*Kitten on the keys - Um pouquinho de burle-Q "bizarro"*
Burlesco, no sentido mais clássico, é sátira. Mais ou menos risqué, não procura ter semelhanças com o Striptease praticado nas casas convencionais. Kitten, com seus números que incluem todo tipo de intrumento, paródias de músicas e atos bizarros, remete o público ao sideshows de outrora. Chocante? Não para quem tem um bom senso de humor.
Na revista Norte-americana Bizarre, deste mês:
Clique na imagem para ampliar(Vi primeiro no The Candy Pitch)
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segunda-feira, 29 de junho de 2009
Pin-ups Pós Modernas
Uma coisa pode se dizer da Dita (Von Teese). É em grande parte a ela que a cena neo-burlesca vem desfrutando dos holofotes. Parte importante do ressurgimento do gênero, finalmente a mídia nacional parece ter pescado que algo interessante (sem falar de divertido e sexy) anda acontecendo nos palcos.Por muito tempo o burle-Q foi referência para Hollywood, inspirando filmes como Cabaret, The night they raided Minsky's, Moulin Rouge e Gypsy. Pouco a pouco, escandalosamente, mulheres voltam a ser mulheres, neo-pinups, divas.
A Marie Claire deste mês (Julho) trás uma matéria interessante sobre o assunto, contando um pouco da história e do porquê do revival atual. Ah, fala também da nascente cena brasileira... da minha experiência e a da Fascinatrix.
Clique na imagem para ler a matéria na íntegra:

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